Vivo a beira do precipício, a beira do abismo, sempre caindo, quase te alcançando... Você uma visão impossível do meu querer...
Deusa inatingível, insensível, olhar frio, coração adormecido.
Sou um simples mortal, que vive eternamente aos seus pés, te adorando, bajulando, amando...
Viajo pelo tempo, nas eras, nos ventos, sou folha caída, amarelada no esquecimento, soprada pelo teu capricho, esquecido, esfalecido...
Sou simplesmente enamorado teu, minha Deusa despudorada, amada, venerada, inalcansada...
Andarilho na vida
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Obrigado por me seguires.
ResponderExcluirVoltarei com mais tempo para ver melhor o teu blogue (mas já gostei).
Um abraço.
Agradeço por me adicionares também, o seu é um excelente blog, muito bom de lê-lo e fique a vontade, caminhemos por essa estrada... Um abraço.
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Muito lindo o que escreve! Parabéns!
ResponderExcluirMi Lenda, obrigado pelas lindas palavras, escrevo com alma de amador, como um eterno apaixonado que sou... Um forte beijo.
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Lindo poema, todo ele, uma imagem perfeita de entrega... Querido amigo, fiquei tentada a fazer um versão feminina dele, rsrsrs. Beijo.
ResponderExcluirQuerida amiga helena, estava mesmo inspirado... Mas quanto a tentação, vejo mais como um desafio, faça e vamos compará-los, sei que não ficará nada a dever ao meu, também escreves com muita entrega, pisc... Um forte beijo.
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