segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Por você...

Atravessando estradas, pontes, desfiladeiros, procurando algo que me faça sentido. Tudo doí, essa tão sentida dor é sempre feita do desejo de me fazer sentido.
Você pode até me perguntar porque parti, porque te deixei e segui sozinho minha tão pesada busca, talvez eu não responda, talvez invente a desculpa de que não queria te fazer sofrer, mas o bem da verdade é que nunca quis que você sofresse e se magoasse, então acabei sofrendo e me magoando ainda mais ao te deixar...
Teu silêncio, doí demais, doí mais que essa minha eterna busca por sei lá o quê. 
Você pode não mais me querer, pode não mais me reconhecer, pode até me esquecer, mas eu não sei apagar você de mim, o por tanto precisar de você, foi que eu resolvi partir, não queria te magoar, não queria virar sua vida de pernas para o ar, não queria te fazer escolher entre o que você tem e eu... Não queria te bagunçar e acabei perdido, sem rumo, sem plumo, sem você...

Andarilho na vida

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