terça-feira, 30 de setembro de 2014

Segredos inconfessáveis

Você sequer me disse adeus...
Você sequer olhou para trás, escondia de mim as lágrimas que teimavam em cair, tentava se afastar com passos rápidos, revelando toda a mágoa que te fiz sentir...
Você não sabe o quanto eu sinto, eu jamais quis te magoar, não queria te ver partir, mas com te pedir para ficar?
Você disse: Estou indo, e os teus olhos me pediam para ficar... Minha Deusa, sabes que minha alma é amargurada, por tê-la visto partir, tão triste, tão enamorada...
Sou aquele mesmo homem, um ser em pedaços, cacos espatifados no chão de um passado transfigurado.
Como posso dividir algo contigo, não é justo te dar o que não tenho, não quero te dar meus cacos, mas ao mesmo tempo, corro minhas mãos aos lábios e sufoco um grito, um pedido que fiques comigo... Meus olhos fecham, para esconder a tristeza, de te ver partir tão triste assim...
Você sequer escondeu me amar e eu sequer confessei te precisar...

Andarilho na vida

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Fragmento em mim...

As lembranças que invadem a minha mente, só fazem você reviver a cada dia no meu ser, mais e mais intensa, mais e mais bela...
Minha vida passa por você e se transporta para as perfeitas horas que ainda éramos perfeição...
Sou um andarilho do teu amor, um viajante na tua vida, sou uma parte inteira tua e você quis ser assim, apenas um fragmento em mim...

Andarilho na vida

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Vem...

Meu coração andarilho e selvagem, vive a galopar por você.
Minha Deusa de lábios rubro e pela tão límpida quanto a mais pura neve, vem saciar meus desejos, vem se encontrar em meus braços, vem quero desfrutar dos teus gracejos...

Andarilho na vida

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Por você...

Atravessando estradas, pontes, desfiladeiros, procurando algo que me faça sentido. Tudo doí, essa tão sentida dor é sempre feita do desejo de me fazer sentido.
Você pode até me perguntar porque parti, porque te deixei e segui sozinho minha tão pesada busca, talvez eu não responda, talvez invente a desculpa de que não queria te fazer sofrer, mas o bem da verdade é que nunca quis que você sofresse e se magoasse, então acabei sofrendo e me magoando ainda mais ao te deixar...
Teu silêncio, doí demais, doí mais que essa minha eterna busca por sei lá o quê. 
Você pode não mais me querer, pode não mais me reconhecer, pode até me esquecer, mas eu não sei apagar você de mim, o por tanto precisar de você, foi que eu resolvi partir, não queria te magoar, não queria virar sua vida de pernas para o ar, não queria te fazer escolher entre o que você tem e eu... Não queria te bagunçar e acabei perdido, sem rumo, sem plumo, sem você...

Andarilho na vida